O Brasil é o segundo do mundo em número de academias no mundo segundo ACAD Brasil e está avançando

O Brasil é o segundo do mundo em número de academias no mundo segundo ACAD Brasil e está avançando

“Para alcançar esta ambiciosa meta que o próprio mercado se impôs, precisaremos conquistar 56 milhões de pessoas e trazê-las para dentro das academias, como frequentadores permanentes. Estamos falando de uma década para crescer o mercado em 32%, em volume de clientes. E o Brasil, assim como países da América Latina, tem um papel fundamental nesse processo. Há espaço para crescer, mas precisamos entender os caminhos para isso”

diz Gustavo Borges, presidente da ACAD Brasil.

Fonte : http://www.acadbrasil.com.br/mercado.html

Neste contexto de trazer mais pessoas às academias a medicina esportiva tem um papel muito importante em compartilhar com gestores de academia e profissionais de educação física conhecimentos básicos de prevenção de lesões osteoarticulares, retorno tardio de pós-operatórios às atividades de fortalecimento muscular em ambiente de academia.

Outros grupos de praticantes que podemos chamar de especiais porque precisam de um olhar especial dentro das academias como adolescentes, gestantes, idosos, hipertensos, história de cardiopatia, obesidade, diabetes, deficientes físicos e praticantes que apresentam dificuldade de aceitação corporal (vigorexia) associado ao uso de esteroides anabolizantes.

A busca pela qualidade de vida e prática de atividade física de fortalecimento muscular é uma realidade no Brasil . Precisamos sempre ter um pé na área da saúde e não apenas no treinamento físico para que os resultados sejam duradouros. Respeitando a idade do praticante bem como histórico de lesões, genética familiar etc.

Vamos juntos melhorar o conhecimento dos fatores associados a lesão, prevenção destas lesões e grupos especiais.

Alberto de Castro Pochini
Professor Adjunto Ortopedia e Traumatologia
Escola Paulista de Medicina / UNIFESP
Disciplina de Medicina Esportiva e Atividade Física